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Quando se pensa se fazer um altar em casa, sendo umbandista, não é necessário requintes, pois muitas vezes não há sequer espaço suficiente, ou nem todas as pessoas da família aprovam. Mas é importante haver um local onde se possa refletir e orar, e este local se transformará em um ponto de Força e conexão com as esferas espirituais às quais somos ligados. Continue Lendo
Independente da religião, e sendo ela qual for, deveríamos sempre meditar em torno dos abundantes símbolos que nos chegam através das tradições.
No dia 6 de janeiro, comemoramos o Dia de Reis, que simboliza o reconhecimento da vinda de Jesus à Terra, através de três grandes Magos... Continue Lendo

Não estranhe o nome, pois todos conhecem as representantes da falange do Senhor Ze Pilintra como as Marias Navalha. Mas a Maria Navalhada também faz parte desta falange, porem, além de usar sua navalha, seu nome se dá pelas cicatrizes que adquiriu com as lutas que teve de disputar nas ruas e no cais. Continue Lendo
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<a href="https://4.bp.blogspot.com/-l2dhtTMYIBA/WF2EitbE-NI/AAAAAAAAAQ8/LKLJWgSesBU4UKMKnb4Hm2YXQ8aYdPEWACLcB/s1600/oba.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="466" src="https://4.bp.blogspot.com/-l2dhtTMYIBA/WF2EitbE-NI/AAAAAAAAAQ8/LKLJWgSesBU4UKMKnb4Hm2YXQ8aYdPEWACLcB/s640/oba.jpg" width="640" /></a></div>
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São Lázaro foi discípulo e amigo pessoal de Jesus. Era irmão de  Marta e de Maria, ambas conhecidas e citadas nos evangelhos. Lázaro vivia com sua família no vilarejo chamado Betânia, que ficava a menos de uma hora de caminhada de Jerusalém, em Israel...<b><i><a href="http://www.povodearuanda.com.br/sao-lazaro-seu-obaluaie/" target="_blank">Continue Lendo</a></i></b>

O Povo da Lira é mais conhecido pelos adeptos da Quimbanda.e sua vibração se aproxima muito à dos Exuis e Pombo Giras de Lei.
O Povo da Lira também é também ligado ao Povo da Encantaria, com a representação principal do Rei das Sete liras, ou Sete Rei da Lira... Continue Lendo

A visão era de um oásis, com uma lagoa plácida de água clara, e palmeiras antigas e majestosas cobrindo um pouco o sol escaldante. Mais e mais palmeiras apareciam na visão, e a sensação da areia sob os pés, o calor, o silêncio absoluto. Continue Lendo

Os beduínos fazem parte de um povo nômade das regiões desérticas do Oriente Médio e Saara, na África. Há espíritos de beduínos que trabalham na Umbanda, embora poucos saibam disso, e em geral eles chegam junto das falanges dos Ciganos, sendo confundidos com os Ciganos do deserto. Na verdade, há os beduínos, e há os Ciganos do deserto que se unem aos beduínos… Continue Lendo

Parece muito distante o dia em que a guerra será apenas uma ideia lastimável na Terra. Mas por enquanto ainda há muitas lembranças tristes, como a guerra do Vietnã. Já fazem mais de 50 anos que ela ocorreu, mas ainda reverberam as noites escuras e tenebrosas. Continue Lendo 

Nossa Senhora da Conceição, padroeira de nossa cidade, Rio Bonito, foi bem antes disso, em 1646, através do rei D. João IV, considerada padroeira de Portugal.
O Orixá Oxum é sincretizada tanto como Nossa Senhora de Aparecida, em 12 de outubro, quanto como Nossa Senhora da Conceição em 8 de dezembro. A sua energia vem das águas, e devemos considerar que a água é o maior condutor que existe, assim como o melhor diluente do mundo...Continue Lendo

Uma Mensagem para você

É sabido que todos nós nascemos puros, e daí vem o encanto que todos temos pelas crianças de tenra idade. Independente de crença, é universal o conceito que chegamos ao mundo como uma folha em branco.
Podemos dizer que temos um patrimônio genético, e mesmo afirmar que temos uma herança espiritual de vidas passadas...Continue Lendo

SALVE AS CRIANÇAS E SALVE COSME E DAMIÃO!!!

Num mundo que está coberto de dores, marcado por profundas cicatrizes, violento e cruel, vamos mudar o foco de nosso olhar e ver a beleza sob a visão da inocência das crianças de nossa querida Ibejada. Continue Lendo


Culto Tambor de Mina, de origem africana semelhante ao Candomblé

No Brasil-Império (1822-1889), a Província do Maranhão foi a segunda a receber o maior número de trabalhadores escravos, só ficando abaixo da Província da Bahia. Neste intercâmbio forçado e sofrido, os escravos trouxeram sua cultura e tradição. No Maranhão, uma de suas marcas foi o Tambor de Mina...Continue Lendo

Estamos vivendo momentos muito difíceis em nosso planeta. Guerras, escassez, dificuldades de compreensão, intransigência, medo, preconceito, intolerância...Temos exemplos e mais exemplos.
Muito além disto tudo, a Espiritualidade Maior vem até nós, através da mediunidade de muitos tarefeiros, de diferentes origens, mesmo aqueles que apenas são canalizadores de mensagens, sem qualquer opção religiosa...Continue Lendo

Oyá Tempo, ou Logunan, não é a mesma Orixá Oiá-Yansã, e nem sempre é possível encontra-la nos templos umbandistas.
Seu principal atributo é alimentar seus filhos com a irradiação cósmica da Fé, lhes incentivando a religiosidade, levando-os ao caminho reto. Continue Lendo

A linha dos espíritos orientais dentro da Umbanda é cercada de mistério. Podem ali estar antigos magos persas, egípcios, sumérios, entre outros, de tempos muito distantes. Da mesma forma, hindus, monges tibetanos, que não costumam dar nome, nem ostentar sua presença, nas giras de Umbanda, mas sempre, sempre estarão lá. Continue Lendo

Poderoso São Roque, sincretizado no Senhor ObaluaIê! Nos ajude a vislumbrar corretamente nossos caminhos e nos sustente em nossas melhores decisões!
Nos ampare nas horas sombrias, e restaure a saúde de nossas almas ainda ignorantes que não sabem o verdadeiro valor do Bem e da Luz. Continue Lendo (clique)

Salve Senhora das Águas Salgadas! Salve Rainha da Calunga Grande!!!
Seu elemento que é a água, é Vida que vibra, e em seu Reino vivem inúmeras criaturas, muitas ainda desconhecidas para nós, em seus profundos e misteriosos refúgios.
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Dia 15 de Novembro, dia da Umbanda

Pelo Decreto de Lei nº 12.644, de 16 de Maio de 2012, assinado pela presidente Dilma Rousseff, oficializou-se o dia 15 de Novembro como o “Dia da Umbanda” no país.
Mas muitos e muitos anos antes, o Conselho Nacional Deliberativo da Umbanda (C.O.N.D.U), criado em 12 de setembro de 1971, o primeiro órgão umbandista de caráter nacional, já tinha determinado este dia comemorativo para nossa religião. O C.O.N.D.U. conseguiu agregar em sua reunião de 1976, 25 federações de Umbanda de todo o país, totalizando mais de 40.000 terreiros e tendas representadas no evento, que teve entre as suas pautas, a escolha do dia nacional da Umbanda. Continue Lendo

(…)
Enquanto não adquirimos discernimento, como todos os Orixás com sua Bondade, Xangô vai nos ensinando, quebrando as mandingas, dia após dia, e às vezes as contendas são necessárias para valorizarmos a benção que ainda não vemos…Continue Lendo
A palavra “Resgate” em geral tem um significado triste. Tornou-se manchete de jornal, frente às desordens à ela relacionadas. Sequestros, quedas morais, vícios. Há muito o que se resgatar neste sentido, infelizmente.

Mas há resgates mais dignos, que remontam a cumprir metas que tiveram de ser interrompidas, reaver valores imateriais, remissões e recomeços, alcançar a liberdade.

É disto que vamos escrever. Do ponto de vista espiritual, cada um de nós está aqui para cumprir uma Lei Universal de causas e efeitos, onde frequentemente ocorrem dificuldades que na verdade assinalam lições que são lembretes do que temos ainda de aprender. Há um variado número de manifestações cármicas, que nada mais são que consequências de atos impensados de passado longínquo, ou ainda cometidos na presente encarnação. Algumas lições vêm mais rápidas para alguns que outros. Mas nunca se duvide que exista uma Justiça Maior, que não falha nunca.

A falsa impressão que muitos fazem barbaridades anos a fio impunemente, enquanto outros sofrem de forma contumaz, se explica pela qualidade e intensidade da percepção da própria inconsciência. As lições de nada valem para quem está cego e surdo, muito longe da compreensão. Embora há casos extremos, em que o indivíduo/espírito perde totalmente o direito de agir livremente, para proteção daqueles que se torna algoz, e de certa forma para a própria proteção, para que o abismo aterrador a que se dirige não se aprofunde mais. Não, não duvide que são as sombras mais profundas que aguardam aqueles que se esquecem da própria humanidade. Há um tempo para tudo, mas ele sempre chega....

O fato mais aprazível que acontece para aquele que vai alcançando seu resgate pessoal, é a perda do peso das muitas máscaras que às vezes coleciona. Á medida que vai atingindo uma ascensão, ocorre a libertação, enquanto o exercício de desapego e desprendimento vai se tornando cada vez mais necessário. Se de um lado se torna mais vulnerável à falta de fé, ignorância, ingratidão e indiferença ao seu redor, de outra vai ficando cada vez mais leve e ágil para caminhar de acordo com os princípios melhores que vai encontrando, com a Verdade, e em direção a encontros mais luminosos.

Este tipo de resgate traz a cura da alma, que se reflete também no físico, robustecendo-o. A mente sã, é guardiã de um corpo são. À medida que se avança neste caminho, vão desaparecendo os pensamentos depressivos, o vazio interior, as lacunas de memória, a falta de interesse, de motivação, a sensação de “maré de azar”. Não que os problemas, as pedras e as lições não ocorram mais, apenas, se tem um novo olhar, de compreensão e aceitação, de maneira que a mente mais tranquila consegue atingir uma resolução melhor dos mesmos, além de emitir uma corrente de harmonia que se forma com a ajuda das entidades invisíveis que estão sempre prontas a ajudar, desde que consigam estabelecer um contato vibracional adequado.

Os xamãs norte-americanos eram muito sábios. Eles acreditavam que podemos fragmentar a nossa alma, perdendo alguns pedaços no caminho. Inconscientemente começamos a buscar estes pedaços de alma, às cegas, e enquanto não as resgatamos, podemos atrair, ainda sem percebermos, as mesmas situações e acontecimentos traumáticos onde ocorreu esta perda. Até compreendermos que seguimos um padrão errado, e tomamos a decisão de modificar as nossas atitudes, alcançando a reconciliação, uma reunião das partes perdidas e empreendendo novamente o caminho, agora inteiros, o que preenche a sensação de vazio inexplicável que por vezes sentimos.

Um mergulho em nós mesmos, uma reavaliação apurada sobre a vida e suas dificuldades, nos dá uma visão melhor do que precisa ser mudado, resgatado, bastando apenas a coragem para sair do círculo vicioso de sofrimentos, e encarar os novos caminhos com determinação. Sem sermos determinados e arrojados, iremos apenas protelas tais resgates, que são como chaves da alma para portais mais elevados.

Alex Hudson
Rio Bonito – RJ
www.povodearuanda.com.br

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POVO DE ARUANDA I, II e III(Clique na capa e será direcionado ao site)

Dividimos este conteúdo em 3 Volumes, mas você poderá adquiri-los em único volume com 370 páginas, a capa acima é do livro que contém os 3 volumes, mas você poderá comprar separadamente:
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Ao tentar definir a palavra crueldade, me defrontei com sua amplitude. O que vem a ser crueldade? Será de um significado universal? E as diferentes compreensões, culturas, os infinitos níveis de consciência?
Crueldade na verdade, é tudo o que adoece a alma, escurece a ambiência de quem vive nela, tanto o causador como a vítima. Crueldade é doença mais grave que todas as doenças que andam grassando o mundo, e estas são a própria consequência de que algo não anda bem na atmosfera terrestre.
A crueldade contra o Planeta, gera a terra ressequida, as matas tombando em meio a fogo e devastação, gerando a agonia das nascentes e sofrimento das espécies.
A crueldade contra a humanidade é o desrespeito à própria espécie, é desmerecer as tradições de cada povo, a individualidade das culturas, é querer destruir a história dos povos e não permitir que o Progresso venha naturalmente em construções edificantes. É chamar de progresso condições que usurpam a simplicidade, a calma de viver, transformando as pessoas em autômatos indiferentes, cativos de ilusões de riquezas falsas, formando abismos que as afastam das verdadeiras causas pelo quais estão encarnadas.
É preciso fazer um esforço para identificar em si os pequenos sinais desta doença anímica, que vem em várias gradações, curando as raízes de pequenas crueldades, como a falta de cortesia diária, o perdão de pequenas ou grandes ofensas, não deixar enraizar plantas daninhas como a raiva, a vingança ou mesmo o vazio da alma. Sim, temos de fazer um esforço para nos construirmos a cada dia, pois o melhor remédio contra a crueldade do mundo é buscar a felicidade e a serenidade. A crueldade não vinga onde o Amor predomina, ela perde a força e é neutralizada.
Isto parece utopia, mas não é. Nas esferas superiores, os nossos amigos universais têm mais condições de sanar os efeitos devastadores da crueldade, quando em proximidade a pessoas que conseguem emitir de suas auras as forças curativas dos sentimentos doentios e deletérios. Desta forma, são antecipadas ações para que tragédias não aconteçam, e também propiciam condições de auxílio e resgate naqueles que são vítimas dela.
Temos de nos mobilizar para quebrar as cadeias do círculo vicioso da crueldade. Não alimentar sequer pensamentos do medo extremo, ou da sensibilidade paralisante, promover uma contrapartida firme e eficaz, não permitindo que a ressonância mórbida que os atos cruéis nos trazem, nos paralisem na reação voltada única e exclusivamente no resgate, no Bem em grau maior, mais forte, mais abrangente, até que cenários dantescos tenham sua metamorfose em jardins de flores, cores e belezas simples e puras.
Precisamos ter a insistência em transformar a dor em Resistência, o desânimo em Esperança, e a certeza, que na Fé e na crença que tudo pode mudar para melhor, termos a ajuda de Forças Superiores que um dia, nos levarão a um mundo melhor. Não foi à toa, que avatares com o próprio Jesus, disseram que um ato de Amor cobrirá milhões de pecados.
Então, não nos devemos abater nunca com o aparente caos que estamos vivendo, de cenas de guerra, doenças e milhões de acontecimentos diários que chegam até nós de maldades. Estas, são as visíveis, porque em geral o Bem é tímido e recatado, não chega ás primeiras páginas do jornal. O Bem embora poderoso, não costuma aparecer na mídia, nem fazer alarde por onde anda semeando.
O que realmente andamos precisando, é abandonar o papel confortável de expectadores, que acabamos por nos conformar, e cada um tornar-se de fato autor e ator da própria vida. Transformando-se de fato, não deixando os golpes transformarem-se em cicatrizes na alma. Sejamos fortes, menos suscetíveis, menos ególatras, não vamos permitir as sementes daninhas da crueldade, criarem força em nossos corações. Fora com o sentimento de dor constante, com as comparações de nossas vidas com a dos outros, vamos criar nosso próprio repertório de beleza, bondades, construções internas, gentilezas, códigos de respeito, moral e honra.
Não estamos aqui de passagem, e quando nos damos conta, vemos que a vida é um átimo. É muito curta, é muito célere, não temos tempo para patinar em desencontros, no que podia ser e não foi, ou em sonhos impossíveis. Vamos levedar o pão da Alma que o Mestre nos ofereceu, vamos elaborar o arcabouço de uma Vida Plena que poucos ainda conseguem entender ou alcançar, descobrir as possibilidades próprias que muitos não conseguem perceber, subutilizando o que Deus nos deu, apenas por desleixo, comodismo, imaturidade.
Viver plenamente dá muito trabalho, é um esforço hercúleo diário, para ao abrir os olhos pela manhã, ser apenas grato por mais um dia, e nas inúmeras oportunidades do dia, escolher aquelas que trazem gentileza, bem estar, contentamento, isto, passando muito longe das futilidades, da vulgaridade, do supérfluo. Pois esta disposição para a corrigenda íntima tem que ser verdadeira, o sorriso, não precisa estar nos lábios, mas nos olhos, nas mãos que amparam, e nos atos firmes, que não precisam se envergonhar ou se arrepender.
Que as nossas escolhas diárias sejam forjadas no Fogo que Ogum e Xangô nos oferecem, força sem rigidez, mas fluidez e determinação. Nas Águas Benditas que as Iabás manipulam, lavando a lama dos atos cruéis e doentios, dos sentimentos sórdidos e emoções rasas, que estas águas jorrem incessantemente em nossos corações, limpando, toda a ferrugem que o lado escuro tentar implantar nas engrenagens de nosso espírito ainda leviano. Que a força do Ar, vinda de Oxalá, de Iansã, e da Ibejada, seja como o oxigênio para as nossas mentes, clareando os pensamentos, regendo nossos atos, limpando cada recanto de nosso Ser, para que não haja poeira alguma, nenhuma sujeira na nossa percepção, que tudo fique muito claro e da mesma forma, não permitamos entrar qualquer bafejo de maldade ou desídia. Na força da Terra vinda de Omulu e Nanã, pela qual construímos e reconstruímos nosso arcabouço íntimo, curamos nossas feridas e prosseguimos em novos portais, e marcamos nossos passos indelevelmente pelos caminhos que escolhemos. Também da Terra virá o auxílio de Oxossi e dos Pretos Velhos, nos livrando de hábitos equivocados, de compreensões inexatas, de atitudes tíbias, da falsidade e dissimulações.
Não seremos atacamos pelo mal ou a crueldade se escolhermos ser fortes, se destruirmos nossos pontos fracos para que nossas estruturas não sejam abaladas. Para isso, temos que buscar sermos inabaláveis dentro do Bem, da Razão e da Magnanimidade, não nos enganarmos nem perseguir a perfeição, mas sermos Fortes, inabaláveis no propósito de sermos melhores, e não é apenas pela ascensão da própria alma. É que o mundo precisa de resistência, ele só vai melhorar quando houver predominância de seres conscientes e construtores de fato de uma Nova Era. Não se faz uma escada para se subir só, esta escada, quem sabe a antiga escada de Jacó, nos levará a patamares melhores, mas só de cada um se esforçar muito para merecer cada degrau que sobe, e aqueles que estiverem mais alto, providenciarem a segurança de quem ainda está começando.

Alex Hudson
Rio Bonito – RJ
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oxossi

Oxóssi, filho de Oxalá e Iemanjá, Orixá da caça, ao qual foi dado o comando e proteção das matas e tudo que nela está, as árvores, as flores e frutos, cada animal vivente, as águas.
Hoje, o culto de Oxóssi vive no coração do Brasil, pois em sua origem, na Mãe África, quase ninguém se lembra mais dele, onde chegou a ser rei no Keto, como traz o relato de Pierre Verger. Tal foi a destruição deste povo, no século XIX, pelas tropas de Daomé, que praticamente todos os filhos de Oxossi, seus representantes temporais na Terra e consagrados a este Orixá, foram vendidos como escravos no Brasil, Antilhas e Cuba. Oxóssi basicamente não é mais cultuado na África, mas é amplamente prestigiado no Brasil, pelos seus numerosos filhos encarnados.
Assim sendo, Oxóssi para nós é identificado com aquele que mais representa nossas matas, e nos terreiros, ele vem em terra através de seus falangeiros, com a vestimenta fluídica do índio, embora todos saibamos que podem ser espíritos do antigo Oriente, de médicos, cientistas e outros voltados à cura e à expansão do raciocínio, apresentando a aparência de indígena.
Alguns destes espíritos foram realmente índios, com a alma em evolução e que se dispõem a ajudar na linha da Umbanda, pela Fé e a Caridade. Alguns eram da mata virgem e intocada, e tem o comportamento mais rude, sendo chamados de bugres, não menos importantes e fortes na missão de sustentar os filhos do seu Orixá, e desfazer demandas e feitiços.
Oxossi é austeridade, é despojamento, é comportamento solitário na maior parte do tempo, seus falangeiros que chegam como caboclos, vêm auxiliar na caridade do dia a dia, sustentando os encarnados doentes de alma e corpo, restaurando-lhes a saúde e o equilíbrio. Eles ainda tem um importante papel nas giras de Umbanda, auxiliando no desenvolvimento mediúnico dos médiuns, nas curas e desobsessões, ajudam a trazer soluções para problemas psíquicos e materiais.
Utilizam instrumentos mágicos com os quais trabalham, que são os charutos, velas, ervas, água, flores e frutos, o estalar dos dedos, os assobios, que transmutam em energia para dispersar emanações pesadas e poluídas, vindas de doenças físicas, ou maus pensamentos dos assistentes, os quais vem pedir auxílio.
Se estivermos diante de uma mata, antes de entrar, devemos pedir licença aos espíritos ancestrais que ali vivem há muito tempo, assim como os elementais que ajudam a vivificá-la. No entanto, embora a Força de Oxóssi esteja presente, não estão ali todos os caboclos que se apresentam nas giras dos terreiros. Pois sendo espíritos de Luz, na verdade eles se situam nas Cidades Espirituais do Astral, ou em missão de acordo com os desígnios para fazer a Caridade onde quer que precisem ir.
Não devemos esquecer que foi um Caboclo, o Senhor Caboclo das Sete Encruzilhadas, através do médium Zélio de Moraes, que veio anunciar para nós, em 15 de novembro de 1908, aquela que é o refrigério, conforto e amparo para nossos corações, a Amada Umbanda. Talvez muita gente não saiba, mas antes dele, em 1893, um precursor do Caboclo das Sete Encruzilhadas, já se manifestava. Era o Caboclo Curuguçu, antigo mago negro que abandonou as práticas sombrias e conseguiu atingir a Luz. Por quinze anos se manifestou nos candomblés, batuques, cultos de nações e da jurema, em terreiros nagôs, gegês, Congo e Angola. Este caboclo veio com grande sacrifício, preparar o terreno para a chegada do Caboclo das Sete Encruzilhadas.
O Caboclo Curuguçu (ou Curugussu) afirmava ser da raça vermelha pura. Alguns consideram a raça vermelha (como os peles-vermelhas do continente norte-americano) descendentes dos antigos atlantes, e daí relacionados ao Planeta Capela, e demonstrou ter grande evolução espiritual. Mas isto é outra história, até porque o Cabolo Curuguçu vinha através da linha do Orixá Ogum, assim como o elevado espírito que se apresentava como Caboclo das Sete Encruzilhadas. Mas hoje estamos escrevendo sobre o Orixá Oxóssi, e vamos finalizando.
Vamos lembrar então do Caboclo Mirim, que trabalhou quase 60 anos junto ao médium Benjamim Figueiredo, representando a força de Oxóssi, com um trabalho ininterrupto de Caridade e Amor. A Tenda Mirim comportava até 2000 médiuns, e atualmente há várias filiais espalhadas, mantendo os preceitos designados pelo seu mentor.
Que a força de Oxóssi, que permeia a seiva das árvores, o aroma das flores, as sementes dos frutos, o canto dos pássaros, a terra e o pedregulho à beira d’água, o encanto e o silêncio da mata, entrecortada pelos raios do sol e da lua, vivifique em plenitude em cada coração, em cada filho que quer seguir o caminho da Lei Divina. Que a mente, o corpo e o espírito se fortaleçam, se curem de quaisquer mazelas, se livrem de toda quizila, e que o Senhor Oxóssi se manifeste em cada coração todos os dia, conduzindo sua racionalidade, o seu equilíbrio, a sua firmeza e a sua Paz onde quer que seus filhos tenham de caminhar.

Salve, Senhor das Matas! Salve Senhor Oxossi! Okê ar!!!

Alex de Oxóssi
Rio Bonito - RJ

 

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2016
Antes de pedir, vamos agradecer, por todas as oportunidades, vamos reter no coração as memórias boas. Melhor ainda, vamos nos propor estarmos sempre com a mente presente, para perceber a importância e a beleza de cada momento, e vermos o quanto vamos enriquecer nosso acervo das coisas boas, pois em geral, as que não nos agradam nos impactam mais, e assim não captamos as pequenas coisas que nos felicitam.
Quantas vezes, preocupados ou raivosos, não vemos um gesto, uma palavra, um ato de boa vontade? A Bondade e o Bem são muito sutis, suaves e leves, enquanto a o egoísmo, a Indiferença, o rancor, são muito mais impactantes, brutais e nos ferem. Mas estarmos bem com vida, não significa nos tornarmos alienados, pelo contrário, nos propormos sermos felizes resulta de muito esforço pessoal, disposição para estarmos pró-ativos, sermos resistentes, resilientes, e muito, muito atentos em filtrar e escolher os caminhos e antever as consequências de cada ato.
Buscar a felicidade diária também não significa ser covarde para fugir das lutas, mas enfrentá-las e resolve-las da forma mais inteligente, criativa, inspirada e sempre com cuidado para as ações não perturbarem ao redor, pelo contrário acrescentarem. Isto requer cuidado, esforço. A Felicidade tem de ser construída, dá trabalho, e em geral queremos tudo vindo direto em nossas mãos, não é verdade? Mas temos de ser merecedores, cada dia, cada momento, vamos estar atentos, sair do automático.
A rotina é ilusória, se achamos que estamos vivendo uma rotina, estamos enganados. Mesmo que precisemos fazer todos os dias as mesmas coisas, isso é apenas aparente. Cada dia é diferente, a cada dia coisas estão acontecendo para que um não seja igual ao outro. Se achamos que tudo se repete, estamos no mundo da ilusão. Como umbandistas, temos de nos espelhar na natureza, e nunca é a mesma flor que floresce, nunca é o mesmo fruto que frutifica, nunca é a mesma água que passa no curso dos rios, e mesmo sabendo que o Sol e a Luz sempre nos fará companhia, nunca eles estão no mesmo lugar, estão sempre se movendo, em diferentes ângulos em direção à Terra. Haverá chuva de poeira cósmica que não havia antes, meteoros passando em rotas inusitadas. Mas....quantas vezes elevamos nossas mentes além daquilo que achamos ser corriqueiro? Quantas vezes olhamos para o céu observando as nuvens se modificarem, quantas vezes temos paciência para ver o verde renascer após as chuvas tempestuosas?
Os filhos de Nanã sabem que cada um renasce a cada dia, por Permissão Maior, os filhos de Oxalá sabem que Ele abençoa a cada um igualmente em cada momento, os filhos de Ogum nunca fogem à qualquer batalha afastando com sua força as demandas, deixando a cada um suas próprias consequências. Os filhos de Oxóssi, sabem a hora de atirar suas flechas certeiras evitando atos indevidos, os filhos de Iansã sacodem toda a poeira, afastando com seu poder de espalhar ventos as demandas que chegarem. Os filhos de Iemanjá deixam as ondas do mar levarem os escolhos da maldade, os filhos de Oxum neutralizam todo o Mal com a força do Amor que irradiam, diluindo toda a escória de um mundo imperfeito. Os filhos de Xangô, se mantém firmes na certeza que a Justiça de seu Pai nunca falhará e os de Omulu, não devem temer liberar seus sentimentos profundos e sua capacidade de cura, busquem a realização de suas capacidades e verão sua Luz brilhar. Se cada um souber de si, e acreditar, porque insistir que a felicidade não é possível neste mundo, como se acostumaram a acreditar?
E o povo dos nossos maravilhosos Guardiões de Lei? Nossos amigos de todas as horas! Emogibá, Damas da noite e Exus com sua Energia e Simbolismo! Salve as suas falanges que nos acompanham no dia a dia. Salve Reis e Rainhas que nos acompanham no girar do mundo! Saudemos sua força, não nos esquecendo nunca sua capacidade de transmutação das forças e condições ao nosso redor! Que nos compreendem, aconselham, protegem e guardam como os melhores amigos que poderíamos ter! Obrigada , salve a sua Porteira, sua Tronqueira sagrada ! Salve a sua Energia e Sagrada Missão!
Não podemos esquecer nunca, dos poderosos Boiadeiros que nos protegem por todas as paragens, o Povo Cigano com sua incomparável Magia e Sabedoria, a falange dos Malandros que nos favorece e ameniza as dificuldades e nos faz mais maleáveis pelos caminhos e o Povo do Oriente trazendo sua Cura para nossas distonias físicas, mentais e emocionais.
Além de agradecermos aos Orixás, e compreender a Força que nossos Pai e Mãe de cabeça nos facultam, vamos estar atentos para os conselhos e direção que os Pais velhos, com sua Bondade e Conhecimento nos trazem, vamos estar com os sentidos despertos para percebê-los, vamos vibrar para que eles possam sempre caminhar ao nosso lado, assim como o Povo da Ibejada, que faz nossos dias mais leves, sem excessiva austeridade, nos conferindo humor, colorindo e amenizando os momentos críticos
E agora que manifestamos nossos agradecimentos e sincera gratidão, vamos firmar nossas cabeças, vamos segurar nossas firmezas, vamos nos preparar para mais um ano, com muito Axé, muita Fé na superação das intempéries, seguindo nossos desígnios, evitando criar carmas negativos, sempre para frente, sempre em direção aos caminhos evolutivos . Vamos trabalhar, vamos batalhar, vamos distribuir boas novas, e nas horas de agonia, se existirem, vamos continuar, vamos seguir em frente, passando pelo Humaitá, pelas florestas, pelo mar, pelas regiões pantanosas que guardam a vida, vamos subir pedreiras, vamos usar o fogo e o vento , pelas estradas, e se for necessário, pelas encruzilhadas, vamos nos banhar nas cachoeiras, dançar para o Sol, e para a Lua, mas vamos prosseguir, pois se eles estão conosco, não temos porque temer ou oscilar.
. Então, antes de qualquer pedido para 2016, estamos aqui, profundamente gratos por todas as benesses, pela proteção, e concluímos que tudo o de melhor que podemos desejar para um novo ano, na verdade depende de nós. Dependerá da Fé em todos estes que fazem sempre nos valer, querem apenas nossa convicção, união, atitudes dignas e desta forma cada um tecerá os dias de 2016, mas nunca deixando para outro a responsabilidade. Dependerá única e exclusivamente do trabalho interno e esforço próprio de cada um ter um novo ano iluminado e construtivo.
Muito Axé, muita Luz, esclarecimento, Fé, Esperança, Amor a todos.
E que venha então 2016!!!

Alex de Oxóssi
Rio Bonito - RJ


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povo

Embora atrasado, não posso deixar de lembrar que 15 de novembro assinalou os 107 anos da Umbanda. Religião brasileira, com múltiplas raízes a partir de nossa cultura indígena - incluindo seus desdobramentos na jurema e catimbó-, da herança africana - com a influência do banto e yorubá - , o catolicismo europeu do século XVI a XIX, o kardecismo nascido do espiritualismo francês professado pelos intelectuais a partir de 1855, e ainda das correntes orientais, que aos poucos vieram à tona através dos médicos do astral, a fraternidade Branca e a corrente Cigana.

Uma miríade de espíritos empenhados no Bem, com inúmeras histórias de superação, sobrevivência e verdadeiros milagres. Esta Umbanda querida, que passa a fazer parte do nosso cotidiano nos ínfimos detalhes... Quem nunca passou por situação semelhante: ao sair de casa, “lembrar“ do nada que um aparelho elétrico ligado, uma porta esquecida com a chave do lado de fora, ou virar para o outro lado oposto da mão da rua a tempo de se desviar de um veículo na contramão? Quem nunca passou pela surpresa, ao se ver sem nenhum dinheiro, de “encontrar” uma velha nota de R$ 10,00 ou R$ 50,00 dobradinha e perdida dentro da calça lavada? Quem não conhece histórias de cura de alguém que havia sido desenganado? Serão simples coincidências? E por outro lado, quem nunca viu ou mesmo passou por intempéries, quando, tendo o compromisso de ser médium de Umbanda, deixou de respeitar os fundamentos ou começou a duvidar das Verdades do Mundo Maior?

A Umbanda é coisa séria para gente séria, como dizia o Caboclo Mirim. Se queremos ser chamados de umbandistas, então vamos agir como umbandistas, honrando nossos orixás, batendo cabeça no congá, nos prostrando diante da Forças Maiores que nos regem, agradecendo os pequenos e grande milagres de cada dia e sobretudo prosseguindo e levando a bandeira de Oxalá, que sinaliza que devemos viver com a Caridade e Amor no coração.

Salve a nossa Umbanda! Saravá à coroa abençoada do Povo de Aruanda!!!!

Alex de Oxóssi
Rio Bonito - RJ

 

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A Felicidade tornou-se um mito. Muitos afirmam que ela não é deste mundo. Outros tentam se conformar com alguns esporádicos momentos de Felicidade....
Ainda existem aqueles que se tornam viciados em infelicidade, e sempre ficam esperando qual a próxima desgraça para justificar o seu estado de ânimo, repleto de auto-piedade .
Mas será que a Felicidade depende de uma maior compreensão, de uma nova postura perante a vida, ou apenas os sortudos podem obtê-la?
Felicidade para muitos é obter um estado prolongado de bem estar, de desejos realizados, de contentamento. Mas tudo isto é muito relativo, porque ao se criar uma condição de se estar feliz, os conceitos variam muito de pessoa e pessoa. O tamanho dos sonhos e ensejos, as exigências pessoais, o rigor e o grau gerado dentro de uma escala imaginária, tudo isso leva a antecipar a possibilidade de estar feliz, e muitas e muitas vezes nada do que se imagina acontece, e a consequência é uma grande frustração e infelicidade.
Mas, se houver uma mudança de paradigma, e em vez de se buscar estar feliz, procurar a essência de Ser feliz, o mundo se torna mais luminoso, mais amigável, e a Felicidade se encontrará sempre presente, fluindo fácil e plena.
Confúcio acreditava na Felicidade como consequência à harmonia entre as pessoas. O budismo acredita que a Felicidade ocorre através da liberação do sofrimento e pela superação do desejo, por meio do treinamento mental.
Para o umbandista, a medida da Felicidade é a soma do entendimento que se tem aquilo que lhe é necessário, é aprender a manter a consciência pura além de todas as intempéries, onde nasce o perdão sincero, a caridade verdadeira e a busca do Amor em Plenitude. O ingrediente que é o fermento desta maravilhosa receita é a Fé, pois sem a Fé não se crê em religião alguma, e não se estará pronto para ver o milagre diário de acordar e viver dia a dia.
Para quem acha que tudo acaba, tenha a certeza que algumas coisas são infinitas: o espírito imortal, a ascensão constante da alma, a vida imorredoura, as ações movidas pela Fé, Sinceridade e Amor.
Carregamos dentro de nós a Felicidade mais completa, quando a olhamos com os olhos da Humildade, do Agradecimento, da Compreensão, da Fé, estará sempre presente, sem depender de nada ou ninguém. Precisamos percebê-la, aceitá-la e irradiar ao redor, através deste Amor que permitimos cada vez se ampliar mais dentro de nosso mais profundo Ser.

Alex de Oxóssi
Rio Bonito – RJ

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A oferenda na Umbanda é sempre um ato de Amor, de agradecimento, ou um pedido para renovar as energias. Geralmente feita na encruzilhada, nas matas, campos, à beira mar.
A entrega ou Amalá é um ritual em que o umbandista oferece elementos para que o Orixá possa trabalhar por uma determinada causa. Normalmente entrega-se a comida, bebida, vela e demais elementos, que devem ser os correspondentes a cada Orixá. O umbandista crê que os elementos entregues geram forças magnéticas, e a energia necessária que será transformada pela Espiritualidade em benefício do pedido, de acordo com o merecimento de cada um.

Uma entrega feita corretamente, e isto implica principalmente a autenticidade e a pureza no coração daquele que a oferece, é como a chave de um portal que se abre no mundo astral, para que ocorra a comunicação entre os mundos e através deste portal emane a Força necessária para o auxílio deste filho necessitado que veio pedir com humildade e Fé. Quando a entrega é solicitada pelos guias para obtenção de alguma graça ou para purificação do médium, ou ainda para acelerar a ligação do médium com seus guias, ou livrá-lo de um estado de confusão por não saber lidar com sua mediunidade, a entrega passa a se chamar obrigação, e nunca, mas nunca mesmo deve ser negligenciada, sob o risco de agravar o desequilíbrio energético do médium.
Já o despacho, tem uma conotação negativa, tem um peso, pois muitas vezes é exigido o sacrifício de animais para o mesmo, o que não faz parte da ritualística umbandista. O despacho muitas vezes é ofertado aos exus de encruzilhada, que na verdade são quiumbas e não os Exus de Lei que trabalham na Umbanda. Podem ter o intuito de pedidos de teor indecoroso, ou mesmo com o intuito de prejudicar alguém, ou algum desejo totalmente equivocado por parte de um médium não desenvolvido distante do caminho da Luz. Geralmente geram grande dívida cármica a quem os promove, e não trazem bem algum, além de ser o ritual que mais polui a natureza.
Na verdade, se formos refletir, em um mundo que tenta lutar por melhorias ambientais, qualquer uma destas práticas seria um demérito, pois estaria gerando um material a mais a sobrecarregar a natureza. Hoje em dia, o conselho dos babalorixás é entregar a oferenda, fazer as orações e a reflexão necessária para se conectar com a energia dos orixás, e após cerca de 30 minutos, considera-se que a transmutação energética já tenha ocorrido, e o material já nada representa, podendo ser transportado e descartado adequadamente sem poluir o ambiente. Os espíritos que estão trabalhando em prol do médium que ali está em atitude de súplica e/ou agradecimento, são especialistas em captar as energias emanadas dos corpos etéricos das oferendas, como as frutas, flores e velas nelas contidas. Nesta transmutação entram ainda as energias do próprio médium, conectado com seus guias e com a espiritualidade que ali está presente no sentido de auxílio e benção. Por isso tudo, estes momentos devem ser vividos de modo contrito, com grande seriedade, Paz, Fé e muitas vezes são momentos de grande aprendizado para o médium, quando ele se preparar para este momento e tem a maturidade de perceber toda a atividade mágica ao redor.

Alex de Oxóssi
Rio Bonito - RJ

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criSalve São Cosme e São Damião! Salve os santos curadores da coroa de Pai Oxalá! Trazendo alegria aos homens da terra, trazendo Paz, união, e Magia do Bem, mesmo quando não são aceitos ou considerados.
A verdade não precisa de cortinas ou histórias, e as lendas são construídas para maior compreensão por parte do ser humano. E junto da linda existência de São Cosme e Damião, há os espíritos que trabalham sob o mesmo galardão de Amor, e que usam a vestimenta de crianças para festejar a oportunidade do encontro entre os dois mundos.
Estes espíritos nos ofertam sua “água de bolinhas”, mas Maria-bentas, as cocadas brancas e pretas, compartem seu guaraná e nos abraçam com seus dedos melados de bolo. Só quem não quer entender, não aceita de bom grado seus presentes pueris, não percebe que estão ocorrendo momentos mágicos, com quebra de demandas, limpeza de auras.
A água fluidificada, o coco, o açúcar, as frutas, tudo se torna instrumento de trabalho, de renovação, de purificação.
Que não se acabem os dias de São Cosme e São Damião com a distribuição dos doces abençoados pela Espiritualidade. Que na alma de cada um se mantenha a criança que não julga, não fere, não teme, mas mantém os olhos cintilantes para a Beleza, a Espontaneidade, para os pensamentos sãos e cristalinos daqueles que confiam no Pai Maior e que acreditam na Perfeição do Universo.
São Cosme e São Damião, nos protejam das atitudes mesquinhas, Das más intenções, curem nossos corpos e nossos espíritos, nos deem a Luz da Alegria e Amorosidade. Estejam presentes nos abraços e sorrisos das crianças. Prossigam se manifestando nesta Terra Fria, pois quem é do Bem não precisa de simples migalhas de tolerância. Muito mais do que isso, os representantes do Bem na Terra, sejam quais nomes tiverem, brilham com sua própria Luz!!!!

Alex de Oxóssi
Rio Bonito - RJ

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O sentimento de inveja pode ser definido como um sentimento de tristeza perante o que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem que pode ser tanto coisas materiais como qualidades inerentes ao ser.

Não há quem não sofra de vez em quando com este sentimento. A questão é estar consciente disto, e lutar para abolir de dentro de si esta doença da alma. Não se trata de ser um dos pecados capitais, não é questão de dizer que não tem para não sofrer o fogo do inferno.

Sentimentos vem e vão dentro de nós o tempo todo. Somos um dínamo de emoções fervilhando, e nem sempre nos damos conta, ou analisamos o que sentimos, o que reflete uma falta de cuidado com o nosso próprio Ser. Acostumamos a seguir as marés do Ego, esta parte de nós que nem sempre enxerga de modo correto o que se passa dentro e fora da verdadeira cerne que somos. Em síntese, achamos que sabemos muito de tudo e todos, mas de nós, muitas vezes é como se estivéssemos perdidos num deserto. É como se estivéssemos cegos querendo o jardim que falsamente é mais formoso, sem percebermos que a hera perniciosa, o joio dos pensamentos incorretos, a ilusão de visões erráticas nos impede de cultivar a Beleza mais virtuosa que cada um pode ter.

O problema são as máscaras que colocamos como armadura contra o mundo que realmente não é fácil. Tentamos nos defender daquilo que nos atinge em nossas fragilidades, e mais uma vez não paramos para pensar que nascemos dotados de uma inteligência que nos imunizaria das contrariedades e das barreiras que nossa condição humana nos limita. Se aprendermos a raciocinar que somos únicos em todo o Universo, um grão de areia sim, mas um grão de areia diferenciado pela missão com que cada um veio ao planeta, e isto quer dizer que não somos apenas isso, uma massa de músculos, nervos, sangue e matéria, mas também espíritos, veríamos que cabe a nós apenas sermos o que somos.

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Não podemos ser virtuosos na arte, literatura ou poesia, se nossos espíritos não foram talhados para isso, mas podemos ser artesãos, operários, guerreiros. Se não somos belos fisicamente, podemos ser saudáveis e fortes, se não temos habilidades para construir palácios, vamos aprender a consertar a cadeira quebrada de nossa casa, pintar uma parede com cores bonitas. Se não dominamos uma língua estrangeira, vamos aperfeiçoar o nosso próprio idioma. Se não conseguimos acumular diplomas, vamos ler nas entrelinhas da vida as melhores lições. Se não temos roupas de marca, vamos ter nossa própria indumentária, limpa, bem cuidada e original. Por que esta mania de querer copiar tudo, ansiar pelos modismos, querer ser quem não somos?

Se não sou uma obra de arte, posso tentar ser uma moldura bonita, uma ideia a acrescentar, algo que me caracteriza neste mundo, mesmo que seja da forma mais humilde, mas que vai fazer a diferença. Não precisamos ser iguais, são os diferentes pensamentos, as diferentes maneiras de se chegar aos sonhos maiores que fazem com que todos estejamos aqui e agora, senão não estaríamos, pois na verdade estarmos aqui e agora neste mundo não depende de nós, mas de uma Força Maior.

Estamos aqui para aprender, a interagir o tempo todo, nem sempre com as pessoas, mas com nossos objetivos, se temos de ser políticos, cientistas, trabalhadores braçais, comerciantes, contadores de histórias... Temos de
descobrir nossas habilidades e ampliá-las ao máximo. Para não ficarmos desejando o que não é nosso, para não perdermos tempo ou nos frustrarmos com algo que não nos é destinado.

Se a inveja é uma espécie de tristeza, ela vai minando as forças, e tomando conta sem que se perceba. O ser humano não está aqui para ser infeliz. As circunstâncias nos fazem infelizes muitas vezes, mas permanecemos na infelicidade apenas se permitirmos. O caminho, o único caminho é o da Coragem, é o de abandonar o medo e a visão distorcida, e enfrentar o nosso pior inimigo, nós mesmos. Nossos erros, nossos defeitos, nossa insatisfação. Se adquirirmos a felicidade pessoal, não desejaremos o que não é nosso, o foco será mantido apenas naquilo que fará com que sempre lutemos sempre por melhorarmos, melhorarmos as condições ao nosso redor, fazendo a felicidade alheia, com ouvidos seletivos para os elogios tortuosos, ou as críticas venenosas. Seremos apenas nós, conscientes que estamos fazendo o melhor, satisfeitos por isso, mas crescendo sempre.

E crescer não significa fama, mesmo que ela venha, não significa enriquecimento, mesmo que ocorra por consequência. Crescer é atingir um estado de alma em que não é permitido julgamentos senão o de si próprio, na direção de aperfeiçoamento, riscar do repertório palavras como desistência, desamparo ou imperfeição. É difícil, é trabalhoso, e exige tudo de cada um, mas crescer, é cuidar da casa própria, que é o corpo com sua mente, fortificá-la a ponto de ser imune aos ataques, e deixar as palavras de lado, pois a ação , ou a não ação, dependendo do momento, acolherá a melhor atitude com a meta imperturbável da Paz.

Alex de Oxóssi
Rio Bonito - RJ

 

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Cada um de nós sempre terá por perto algum espírito potencialmente obsessor. Simplesmente porque os espíritos estão em toda parte ao nosso redor, quer aceitemos isso ou não. E para se manterem na densa ambiência material do nosso planeta, naturalmente não serão espíritos de pura luz que estarão em permanente contato.

Ao refletirmos sobre as nossas companhias espirituais, devemos ter a certeza que nossos guias sempre estarão ao lado, aonde nós formos. Eles assumiram a missão de nos acompanhar, e só vão se afastar se primeiro nos afastarmos deles, com nossas atitudes de descrença, desrespeito, indiferença. De outra forma, sempre estarão nos acompanhando, até porque sua função de “anjos” da guarda é garantia para sua própria evolução. Ter uma coroa de espíritos luminosos e puros não é para qualquer um, é muito raro. O que temos são grandes amigos que a todo momento estão nos amparando, protegendo e intermediando condições de melhorias em nossa caminhada. Na maioria das vezes, são mais sábios e mais evoluídos que nós, mas também possuem sua própria trajetória evolutiva.
Embora a presença destes seres espirituais que nos protegem, eles não podem interferir em nosso arbítrio. Isto é, se escolhermos uma atitude frequente de mágoa, ressentimento, inveja, ciúme, tristeza, desalento, insegurança, fraqueza e descrença, estaremos vibrando de modo muito diferente, e desta forma fica muito difícil deles se aproximarem para nos auxiliar. Nem podem forçar a nossa mudança de atitude, a não ser que solicitemos. Isto me lembra uma ocasião, onde, necessitando de um conselho, relutei em me aproximar de um médium que estava incorporado em um espírito da falange do Seu Zé Pilintra. Ele passou por mim, uma, duas vezes, na terceira virou-se encarou bem e disse: “Se não pedir, não posso ajudar, vou considerar que você não precisa nada de mim, e agora já foi, dá próxima você aprende”. A princípio fiquei triste, depois vi que havia sido eu próprio quem me prejudicara, com a demora em agir e conversar com a entidade que havia se aproximado várias vezes. No dia a dia, quantas vezes não devemos fazer isso, afastando de nós aqueles que mais podem nos ajudar, com nossas dúvidas, nossa pouca Fé?
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Devemos estar sempre atentos para os pensamentos de desalento, perdas, cansaço mental, descrença, falta de perspectiva, pessimismo em geral. Elas nascem dentro de nós, que ninguém se engane com isso. Somos obsedados porque provocamos uma atmosfera propensa a isto com pensamentos que não são bons, mas sobretudo PERSISTENTES. Quando um pensamento maldoso ou depressivo chega à nossa mente, temos condição de consciente e vigorosamente afastá-lo, buscando colocar no lugar pensamentos felizes, esperançosos e pró-ativos. Se, entretanto, nos deixamos levar, sem atuar pela força da vontade, estas condições se tornarão um hábito. Deixaremos de perceber o perigo, pois aí já estaremos envolvidos pelo poder obsessor. Reincidiremos nas reclamações, no sono excessivo, no desleixo, na autopiedade, em círculos cada vez maiores, o que nos afastará dos outros, gerando outras sensações de desconfiança, de abandono e fracasso, e daí para pior.

Se de um lado, estamos sempre sob a mira daqueles que querem nos ver paralisados e sem compromisso com a própria evolução, de outro temos a poderosa proteção da oração, da Fé, da nossa amada coroa de guias espirituais que nunca nos negarão auxílio. Então, na verdade, temos de ser cada vez mais vigilantes neste combate sem tréguas contra nossas más tendências, nossas próprias estagnações, não estendendo aos outros a culpa por nossos tropeços. Somos e temos o que plantamos ontem, e seremos amanhã o que estamos plantando hoje.

Vamos então lutar para sermos bons jardineiros de nossos próprios jardins, para que possamos levar aonde formos o perfume das flores e o canto dos pássaros, que sejamos agradáveis ao convício, flexíveis como a fina haste de bambu e leves como as nuvens que passeiam no céu. Desta forma, o mais terrível obsessor se cansará de ser mau, verá finalmente o quanto tem sido ignorante, e se transformará em alguém que pede auxílio para conseguir andar novamente no rastro das estrelas.

Alex de Oxóssi
Rio Bonito – RJ

 

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